quinta-feira, 16 de abril de 2015

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X - Romaria dos Coroinhas e IAM , ao Santuário do Lima - Patu RN


terça-feira, 14 de abril de 2015

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Festa de Santo Expedito 2015





domingo, 22 de fevereiro de 2015

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Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015

brasão do Papa Francisco
MENSAGEM

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015
Terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Boletim da Santa Sé
“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)
Amados irmãos e irmãs,
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis,
4 de Outubro de 2014.
FRANCISCUS PP.
Fonte: CN

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

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Advento: O primeiro olhar é para a vinda definitiva do Senhor

O primeiro olhar é para a vinda definitiva do Senhor
A Igreja realiza sua missão evangelizadora no tempo e no espaço que a Providência de Deus lhe concede. Compete a ela a busca contínua da fidelidade ao seu Senhor, pois a visibilidade dos sinais da graça de Deus lhe foi entregue, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo. Seu Mistério Pascal de Morte e Ressurreição e o final dos tempos, quando virá para julgar os vivos e os mortos, são dois polos de tensão, com os quais buscamos a fidelidade ao Evangelho, praticando o amor a Deus e ao próximo, somos fermento de vida e esperança para o mundo e continuamos a anunciar o nome de Jesus Cristo, único e suficiente Salvador de todos os homens e mulheres que vierem a esta terra.
O primeiro olhar é para a vinda definitiva do Senhor - 940x500
A sabedoria de Deus concedida à sua Igreja suscitou um caminho formativo amadurecido no correr dos séculos, o Ano Litúrgico, para manter viva esta tensão positiva, que gera testemunho de vida cristã e realização profunda para as pessoas. Tudo começou com o dia da Ressurreição, o Domingo, Páscoa semanal. A cada semana, tornar presente a Morte e a Ressurreição de Cristo, quando a Comunidade Cristã, reunida em torno da Palavra de Deus e da Mesa Eucarística, se edifica como Corpo de Cristo. À Eucaristia de Domingo os cristãos levam suas lutas e seus trabalhos, louvam ao Senhor e encontram o sustento para a fé, na vida quotidiana. As gerações que se sucederam começaram a celebrar anualmente a Páscoa do Senhor, hoje realizada de modo solene no que chamamos Tríduo Pascal, de quinta-feira santa ao cair da tarde até o Domingo de Páscoa, com seu ponto mais alto na grande Vigília Pascal. É Páscoa anual! Quando celebramos a Missa em qualquer tempo do ano, acontece a Páscoa diária.É o mesmo e único mistério de Cristo. Não fazemos teatro, mas realizamos a presença do Senhor, que entregou à Igreja a grande tarefa: “Fazei isto em memória de mim” (1 Cor 11, 24-25).
Como é grande o Mistério, o Ano Litúrgico veio a se compor pouco a pouco, contemplando anualmente todos os grandes eventos de nossa Salvação, enriquecendo com abundância de textos bíblicos as grandes celebrações, valorizando as orações que foram compostas e expressam a vivência da fé, recolhendo nos diversos ritos a grandeza da vida que o Senhor oferece. O Ano da Igreja, que começa no Primeiro domingo do Advento, em 2014 celebrado no dia 30 de novembro, tem dois grandes ciclos, o do Natal e o da Páscoa, com os quais somos pedagogicamente conduzidos a aperfeiçoar a vida cristã, de forma que o Senhor nos encontre, a cada ano, não girando em torno de um mesmo eixo, mas crescidos, como uma espiral que aponta para a eternidade, enquanto clamamos “Vem, Senhor Jesus”!
E o Tempo do Advento, que agora iniciamos, é justamente marcado pela virtude da esperança, que somos chamados a testemunhar e oferecer ao nosso mundo cansado, pois só em Jesus Cristo, única esperança, encontrará seu sentido e realização a vida humana. A Igreja nos propõe quatro semanas de intensa vida de oração e de exercício das virtudes. O primeiro olhar é para a vinda definitiva do Senhor, que um dia virá ao nosso encontro, cercado de glória e esplendor. É hora de refletir sobre a relatividade das coisas e preparar-nos para o encontro pessoal com o Senhor, quando nos chamar à sua presença. Em seguida, durante duas semanas a Igreja nos faz olhar para o tempo presente de nossa fé. Ouvimos o convite à conversão, somos levados a arrumar a casa de nossa vida para a grande presença do Senhor. Aquele que um dia virá, vem a nós nos dias de hoje. Para ajudar-nos, a Igreja apresenta duas figuras, que podem ser chamadas de “padrinhos” de Advento, o Profeta Isaías e São João Batista. Na última semana antes do Natal, aí, sim, nosso olhar se volta para Belém de Judá, Presépio, Pastores, Reis Magos. É a oportunidade para preparar a celebração do Natal. Quem nos toma pela mão na etapa final do Advento, para acompanhar os acontecimentos vividos em primeira pessoa, é a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus e nossa. Daí a necessidade de corrigir com delicadeza nosso modo de viver este período. Maior do que o dia de Festa no Natal é a realidade do Senhor Jesus que virá, vem a nós e um dia veio! Torna-se vazia uma festa sem a presença daquele que é o coração da história humana, nosso Senhor Jesus Cristo.
Uma Igreja em estado de Advento é o que queremos oferecer-nos mutuamente e dar de presente ao nosso mundo. Estimulemos uns aos outros na vivência da esperança, certos da necessidade da redenção de Cristo, que nos diz “sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 5). Cresça nossa abertura, cheia de esperança, a Cristo e à sua Palavra Salvadora. Caiam todos os obstáculos e defesas, venha a graça da fidelidade ao Senhor. E a vida cristã não tenha receio de olhar para a eternidade, onde Cristo está sentado, à direita do Pai (Cf. Ef 1, 20-23). Temos uma eternidade inteira para viver na Comunhão com a Santíssima Trindade, os Anjos e os Santos. É nossa vocação e nosso ponto de chegada. Com esta luz, os cristãos são chamados a serem homens e mulheres capazes de iluminar com a esperança todos os recantos da humanidade. A graça da vocação cristã nos faça responsáveis pelo anúncio do Evangelho e pela salvação dos outros (Cf. Rm 8, 29). Ninguém fique desanimado, desde que encontre um cristão autêntico, mesmo que este saiba ser limitado, tantas vezes frágil e marcado pelo pecado, mas nunca derrotado.
As pessoas que tiverem contato com os cristãos neste período, descubram-nos rezando mais e rezando melhor. As Novenas de Natal, celebradas em grupos de famílias, são um excelente testemunho de vida de oração. Seja uma oração cheia de humildade, sinceridade, abertura maior para Deus e obediência às suas promessas.
E como falamos de esperança, temos o direito e o dever de sonhar com um mundo mais justo e fraterno. Queremos antecipá-lo, em estado de Advento, na experiência da caridade e da partilha dos bens. Em nossa Arquidiocese de Belém, realizamos durante o Advento o projeto “Belém, Casa do Pão”. Cresce a cada ano, ao lado do compromisso de nossas Paróquias, a adesão da sociedade ao nosso modo de comprometer as pessoas com a partilha dos bens, realizando a vocação que se encontra em nosso nome, Belém!
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

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Festa de Santa Luzia 2014 - "Motivados pela fé de Santa Luzia, queremos seguir Jesus, com amor e alegria."


Estamos chegando em mais um fim de ano, e com toda a alegria, se aproxima a Festa de Santa Luzia, no Bairro Santa Luzia em Umarizal RN. Você é o nosso convidado especial a participar junto com nossa comunidade deste momento de graça e luz na nossa vida. Esse ano temos como o Tema: "Motivados pela fé de Santa Luzia, queremos seguir Jesus, com amor e alegria."




                                                                                PROGRAMAÇÃO

DIA 10/12/14 – Quarta-feira
NOITE: Comunidades Rurais e Urbanas, Pastoral da Pessoa Idosa Com. Stº. Expedito, e Água Branca.

18: 50 Hs: Entrada das comunidades e imagens peregrinas de Santa Luzia.
19; 00 Hs: Missa de abertura:
Tema: Com os olhos da fé, veremos a esperança.
Pregador: Francinete da Cohab
Hasteamento da bandeira.
HOMENAGEADOS: Idosos da comunidade
Promoção: Sorteio de Corrente de ouro e Jantar comunitário.
Atração: Feira da Cultura;
Abertura com Agmar Dutra e Jatão,
Cia de Teatro e dança o Casarão de (Apodi)
Peça Teatral: o Anjo que voltou (Lolô)
Grande Encontro de Cordelistas , Poetas, repentistas e cantores a terra.
Responsáveis: Integrantes das comunidades e responsáveis pelas pastorais.




DIA 11/12/14 - quinta-feira
NOITE: Juventude, Terço das Crianças, IAM, Apostolado da Oração, e comunidades Santa Luzia, Mãe Rainha, e Ass: Divinópolis.

19; 00 h: Novena
Tema: Com os olhos da fé, veremos a alegria.
Pregador: Flavinha
HOMENAGEADOS: Juventude e quadrilha coração junino
Promoção: Jantar comunitário e Pescaria
Atração: Feira Cultural
DJ Waguinho
Pedro Costa (sertanejo) e Nilson Viana
Responsáveis: Integrantes das comunidades e responsáveis pelas pastorais.



DIA 12/12/14 – sexta-feira
NOITE: Terço dos homens, famílias, casais paroquianos, filhos ausentes, E.M. Santa Filomena.

19; 00 h: Novena
Tema: Com os olhos da fé, veremos o amor.
HOMENAGEADOS: Ex alunos e ex professores da Escola Capela
Promoção: Envelopes e Jantar comunitário
Atração: Leilão
Responsáveis: Integrantes da comunidade e líderes pastorais.



DIA 13/12/14 – Sábado
ENCERRAMENTO - DIA DA PADROEIRA.

09:00Hs: Batizados
17:00 Hs: Procissão, e logo após missa de encerramento.
Pregador: Pe. João Batista.
Arreamento da bandeira.
BINGO DE UM CARNEIRO; Doação (Wilton Florêncio).
Atração: Feira Cultural
Grupos de Dança
Peça teatral A Vovó (Lolô)
Encontro de Sanfoneiros
A mais bela Voz

OBS:
Toda noite haverá Jantar comunitário
Barraquinha de comidas e bebidas em frente a capela.



domingo, 23 de novembro de 2014

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A importância dos leigos na missão a Igreja.

Hoje celebramos juntamente com a festa de Cristo Rei, o dia nacional dos cristãos leigos. É uma boa ocasião para refletirmos sobre a identidade e a missão que temos todos os que não somos sacerdotes, mas que pertencemos a Igreja.
leigos
Na mensagem oficial da presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Marilza José Lopes Schuina, faz referência aos 50 anos do Concílio Vaticano II, que foi um marco importantíssimo na história da Igreja e que ajudou a refletir sobre o papel dos leigos no mundo atual.
O Concílio possui vários documentos e em um deles se dedica especialmente a falar sobre o apostolado dos leigos. É o documento chamado Apostólicam Actuositatem.
Nesse documento podemos ver que todos nós, que recebemos o batismo, fomos incluídos no Corpo Místico de Cristo, depois fomos fortalecidos no dia da nossa Crisma com o a fortaleza do Espírito Santo.
A partir disso, todos somos chamados a viver o amor, a espalhar o amor de Deus pelo mundo, e isso é o mesmo que fazer apostolado.
 
Os leigos possuem então uma missão insubstituível na Igreja. A missão de ser testemunho de Cristo onde quer que estejam.
Os leigos possuem então uma missão insubstituível na Igreja. A missão de ser testemunho de Cristo onde quer que estejam. Um grande mal que assola os nossos tempos é o divórcio entre a fé e a vida. Muitos leigos são “cristãos de ir à Missa aos Domingos”, mas durante a semana, sua vida não corresponde ao que professam no credo. Isso não pode ser assim. Um cristão leigo não é alguém menos importante na Igreja. Isso é um pensamento que pode muitas vezes cruzar nossas cabeças.
Pensamos que a Igreja é o pároco, ou o Bispo. Não! Todos nós somos Igreja e somos chamados a ser cada vez mais Igreja estando na linha de frente, na luta por fazer com que o Amor de Deus chegue a cada coração que necessita.
Os leigos muitas vezes podem chegar a lugares que os sacerdotes não podem e é ai onde eles são chamados a serem particularmente fiéis a Jesus Cristo.
O alcance do apostolado dos leigos é enorme. Eles chegam às paróquias locais, à família, à juventude, ao meio social, inclusive às ordens nacionais e internacionais. Fazem apostolado tanto individualmente, como em comunidade. Isso tudo é uma benção muito grande para a Igreja e uma responsabilidade também para cada um de nós.
Hoje vale a pena perguntar-nos que tanto estamos inseridos no apostolado da Igreja. Perguntemo-nos se sabemos qual é o nosso lugar na Igreja. Essa é uma pergunta que precisamos responder o quanto antes. Me disseram uma vez que Deus tem um plano para cada um de nós e que cabe a nós descobrir que plano é esse.
E precisamos fazer isso porque se eu não respondo a minha vocação, ninguém mais vai fazer isso por mim e no Plano de Deus vai surgir um buraco. Algumas pessoas que precisam da minha resposta para conhecer a Deus não vão O conhecer, ou talvez demorem mais tempo para conhece-lo.
Isso para mim foi muito importante para tomar seriamente essa pergunta sobre o que eu sou chamado a fazer. Porque existem pessoas que dependem de mim. Existem pessoas que dependem de cada um de nós. Deus quis que fosse assim. Desde o começo da Igreja a fé se transmite pela pregação, pelo anúncio da palavra.
E hoje, talvez mais que nunca, Deus conta com todos os seus filhos, de maneira particular com os leigos, para chegar a todas as pessoas do mundo. Hoje, tomando um pouco mais de consciência da importância da missão do leigo, procuremos saber o que mais posso fazer para anunciar o amor de Deus que por Graça de Deus me tocou.
Olhemos para Maria, que é uma leiga, e aprendamos dela que no mesmo instante que recebeu Jesus no seu ventre se colocou a caminho da casa de sua prima Isabel para anunciar essa grande alegria, para fazer apostolado.
Fonte: A12.COM

domingo, 16 de novembro de 2014

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XVII CONGRESSO DIOCESANO DA RCC - 2014


Querido irmão(a) em Cristo!

Novembro, mês de alegria para a família carismática, pois nos reuniremos nos dias 28,29 e 30 no XVII Congresso Diocesano para juntos vivenciarmos a unidade do Espírito tão trabalhado durante todo este ano.
            Vamos proclamar a vitória de Deus em nossas vidas e ser um com os outros irmãos, acolhendo assim a gratuidade do amor de Deus que se manifesta em nós através da força do batismo no Espírito Santo e na vivência da cultura de Pentecostes.
            Diante dessa Graça que nos une, e envolvidos pelo manto de Nossa Senhora das Graças, queremos convidar todos os carismáticos a nos encontrarmos na festa da unidade e proclamarmos o Senhorio de Jesus em nossas vidas.
           
Um abraço

Arialene Freitas
Fonte: Blog RCC

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

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Campanha Criança Feliz, com Nossa Senhora de Fátima.

Festa de 2013

Irmãos e irmãs em Cristo, está se aproximando o dia das crianças, e as crianças que fazem o GONSF (Grupo de oração nossa Senhora de Fátima), pedem a colaboração de todos, para mais uma Campanha "Criança Feliz" com nossa Senhora, que vai acontecer no dia 25/10, na Capela de Santa Luzia em Umarizal. Quem poder ajudar, procure Álvaro, Jatão, Eunice Duarte e Corrinha no Supermercado Rede 10, ou deixe seu comentário aqui no blog.

AGRADECE: Álvaro Luis, crianças e mães.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

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Esta chegando... 18 Romaria da Juventude ao Santuário do Lima - Patu RN




domingo, 21 de setembro de 2014

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Ministério de Artes FRATERNART se apresenta na Noite da Juventude em Umarizal RN.

O grupo de jovens, FRATERNIDADE & AÇÃO da Capela de São Francisco - Paroquia do Sagrado Coração de Jesus, Umarizal RN, irá se apresentar na noite da juventude, neste dia 21/09, dentro dos festejos da Festa do Sagrado Coração de Jesus 2014. 

O Grupo FRATERNART foi campeão no SEMEART, evento realizado pelo o Grupo de Jovens SEMEAR da cidade de Itaú.  






sexta-feira, 19 de setembro de 2014

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Neste sábado, dia 20/09 inicia mais uma Festa do Padroeiro em Umarizal RN.

Esta chegando... Neste sábado dia 20/09 em Umarizal RN, inicia mais uma Festa do Sagrado Coração de Jesus 2014. Como todos os anos, muitos devotos já estão a espera por este momento lindo vivido na nossa cidade. 
Esse ano vamos vivenciar um lindo tema: "Dizimo é um ato de confiança em Deus"; Lema: "O Senhor é meu pastor, nada me falta" (Sl 23,1)

A partir das 5:00h da manhã, deste sábado(20) a tradicional alvorada festiva irá abrir os festejos da festa, fieis do padroeiro vão sair em carreata pelas ruas e bairros de Umarizal mostrando sua fé ao padroeiro. Sejam todos bem vindos!



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

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Ministério de música "Vida Nova" animará o primeiro dia da Festa do Padroeiro em Umarizal RN.

Neste dia 20/09, Umarizal dará início a Festa do padroeiro do Sagrado Coração de Jesus, toda cidade de Umarizal e paróquias vizinhas esta convidada a participar do Show com o Ministério de música "Vida nova" de Santa Luzia - PB, logo após a Santa Missa. Sejam todos bem vindos!


Apoio Prefeitura Municipal de Umarizal RN.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

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Anjos de Deus, animará a Noite da Juventude em Umarizal RN

A Juventude de Umarizal, convida você que é jovem , grupos de jovens, grupos de oração e todas as paróquias, para participar no dia 21/09 Domingo, da "Noite da Juventude", dentro da Festa do Sagrado Coração de Jesus 2014 em Umarizal RN. 
Vem participar junto com o seu Grupo de Jovem, monte sua caravana e vem louvar ao Senhor!
"Os Jovens são o futuro da nossa Igreja"


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

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Festa do Sagrado Coração de Jesus 2014 em Umarizal RN - PROGRAMAÇÃO




segunda-feira, 8 de setembro de 2014

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Festa do Sagrado Coração de Jesus 2014 - Carta aos filhos ausentes.

A Festa do Sagrado Coração de Jesus terá início neste dia 20/09/ na Cidade de Umarizal RN, o pároco da mesma, Pe: João Batista, envia carta aos seus filhos ausentes. 

                                                                          
Carta aos filhos ausentes.


Programação: Noite dos filhos ausentes.

Atenciosamente: Pe: João Batista

sábado, 6 de setembro de 2014

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Connect Christ - Vem participar também.

Esta chegando... Falta pouco dias... 

Nos dias 27 e 28 de Setembro o Grupo de Jovens da Paróquia de Portalegre JUNOC - Jovens unidos na ordem de cristo, convida todas as paróquias e grupos de jovens, para participar do primeiro evento realizado pelo o grupo "CONNECT CHRIST" que vem com o tema: Em Cristo somos todos conectados (Rm:12,5).

O evento tem o intuito de trazer novas pessoas para Cristo, vamos ter momentos de louvor, adoração, oração e pregação, também vamos poder louvar ao Senhor com as bandas católicas "Anjos de Deus" e "Swing louvor". Monte sua caravana e vem ser de Deus.

Confira a programação abaixo:


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

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Precisamos ser homens e mulheres da Palavra

Não podemos mercantilizar a Palavra de Deus
Padre Hamilton Nascimento / crédito da foto: Wesley Almeida
Padre Hamilton Nascimento / crédito da foto: Wesley Almeida
Estamos no mês da Bíblia, ainda há pouco estávamos no mês de agosto, e logo em outubro celebraremos o mês das missões. Amados, neste mês, celebramos o mês da Palavra de Deus, que é luz para nós. Sem ela, de certo, andaríamos nas trevas. A Palavra do Senhor tem poder e sem ela ficamos completamente perdidos.
O Verbo Eterno do Pai veio nos ensinar como devemos viver, para onde estamos caminhando e qual deve ser a nossa postura. Em Lucas 5, 1, vemos o esforço que o povo fazia para ver Jesus: “Naquele tempo, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus.”
Quando a Palavra é proclamada, meus amados, ela não volta para Deus sem produzir frutos. Alimentados pela Palavra e pela Eucaristia voltaremos para nossas casas, com certeza, bem melhor do que chegamos. Jesus continua alimentando o povo de Deus pela barca da Igreja. Nós não podemos errar ao interpretarmos a Palavra do Senhor. Na barca que estamos precisamos ter a certeza da coerência das interpretações e de que, um dia, alcançaremos em plenitude o nosso maior objetivo: o Reino dos Céus.
Não podemos mercantilizar a Palavra de Deus. Quem faz comércio com ela não tem o interesse pela salvação das almas. Nós temos a garantia de nos deixar – guiados pela Palavra – ser conduzidos ao céu. Na barca de Pedro, Jesus nos disse: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”, ou seja, conheça a Palavra de Deus, busque os meios para isso. Aprofunde-se nos estudos da Sagrada Escritura, porque é por meio dela que “conheceremos o pensamento de Cristo”, como nos ensinou São Paulo.
Padre Hamilton Nascimento conduz homilia na Santa Missa da Canção Nova / crédito da foto: Wesley Almeida
Padre Hamilton Nascimento conduz homilia na Santa Missa da Canção Nova / crédito da foto: Wesley Almeida
Jesus disse aos Seus discípulos que eles não se preocupassem quando Ele morresse porque Ele nos enviaria Seu Espírito Santo. Nós não convivemos com Jesus, como fizeram os discípulos d’Ele, mas temos a graça de conhecer os pensamentos d’Ele por intermédio do Espírito. Só teremos os gestos e o modo de viver de Jesus se mergulharmos na Palavra de Deus.
Temos acompanhado um profundo abandono da Sagrada Escritura. As pessoas não a leem e muito menos a estudam. Para que nós a tenhamos em nossa mente e em nosso coração devemos estudá-la, ou seja, “avançar para águas mais profundas”, pois ela tem o poder de nos ressuscitar. Quando vierem as situações difíceis nós temos, na Palavra de Deus, a fortaleza e o ponto seguro, por isso precisamos ser homens e mulheres da Palavra.
Sem a inspiração de Deus toda e qualquer palavra que ouvimos é em vão. Sem ela não podemos crescer. Estamos em construção, não somos pessoas plenamente curadas. A Palavra de Deus tem o poder de nos restaurar. A sabedoria que buscamos para lidar com as situações vem do Senhor. Quanto mais meditamos a Palavra de Deus, tanto mais sábios nos tornamos. Para isso acontecer, devemos ser pessoas dispostas, do contrário, seremos pessoas de coração duro.
"Não podemos mercantilizar a Palavra de Deus," exortou o padre Hamilton
“Não podemos mercantilizar a Palavra de Deus,” exortou o padre Hamilton
Não desacredite do que o Senhor fala com você pelas Sagradas Escrituras. Tenha um coração aberto à Sua Palavra. Quem não tem disposição no coração a respeito da Palavra acaba ficando com o coração completamente duro.
Que o Senhor abra os nossos corações para que tenhamos ânimo e gosto pela leitura e pela vivência da Palavra, para que ela conduza nossos passos. Em Atos 20, 32, lemos: “Agora eu vos encomendo a Deus e à palavra da sua graça, àquele que é poderoso para edificar e dar a herança com os santificados”, ou seja, que a Palavra de Deus seja a nossa casa e nosso amparo, porque, se ela nos conduzir, nós não nos afastaremos do desejo do Senhor. Deixar que a Palavra nos conduza não é fácil, mas é necessário.
O segredo da Canção Nova é a Palavra de Deus, sem ela não temos nada o que anunciar, a não ser a nós mesmos. Somos convidados a nos alimentar da Palavra diariamente, para que assim, sejamos plasmados por Deus. Quando isso acontecer, sem perceber, vamos mudar o nosso modo de ser, tanto no falar como no agir e no pensar.
Você tem confiado na Palavra de Deus? Então obedeça-a: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Se nós mergulharmos na Palavra de Deus nada irá nos fazer sucumbir.
Transcrição e adaptação: Luana Oliveira
Fonte: CN

terça-feira, 2 de setembro de 2014

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Por que dedicar um mês à Bíblia?

No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes.
Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte.
São Jerônimo levou cerca de trinta e cinco anos fazendo essa tradução nas grutas de Belém, vivendo a oração e a penitência ao lado da gruta onde Jesus nasceu. O santo disse que “desconhecer as Escrituras é desconhecer o próprio Cristo”. Ele nos deixou um legado de grande amor às Sagradas Escrituras. E possuía grande cultura literária e bíblica, sabia grego, latim e hebraico.
Por que dedicar um mês à Bíblia 940x500
A Sagrada Escritura é alimento para a nossa alma e fonte de vida. Jesus conhecia profundamente a Bíblia. Mais do que isso: Ele a amava e se guiava por suas palavras. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra o Senhor, Ele o rebateu com as palavras da Escritura. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).
Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus lhe respondeu: “Não provocareis o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando satanás tentou fazer com que Cristo o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Temerás o Senhor, teu Deus, prestar-lhe-ás o teu culto e só jurarás pelo seu nome” (Dt 6,13). O demônio foi vencido e se afastou, porque não tem poder diante da Palavra de Deus.
Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).
A importância do mês da Bíblia é que o povo brasileiro a conheça melhor e seja motivado a estudá-la com mais profundidade, uma vez que não é fácil compreendê-la, especialmente o Antigo Testamento. A Bíblia não é um livro de ciência, mas sim de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, culturais, econômicos, entre outros. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6c), disse São Paulo.
Portanto, para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se, antes de tudo, o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Mas é preciso também estudá-la, fazer um curso bíblico, entre outros.
A Carta aos Hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma A carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.
Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).
A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).
Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.
O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência. Tudo isso para que possamos dizer como o salmista, no Salmo 118:
“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)
Fonte: CN